Três cenários dominam as mesas de research para o dólar até dezembro: faixa 5,10–5,30 com fluxo comercial forte; faixa 5,40–5,60 com surpresa fiscal; ruptura acima de 5,70 se choque externo.
Luciana Prado entrevistou dois estrategistas e um ex-tesoureiro de exportadora. Todos citaram política monetária americana como variável fora do controle doméstico.
O diferencial de juros ainda atrai carry trade, mas volume menor que em 2024. Fluxo de investimento em títulos públicos segue positivo, porém volátil semana a semana.
Importadores de médio porte em Santa Catarina contam que voltaram a contratar hedge de seis meses — sinal de cautela, não de pânico.
Turismo internacional e remessas de brasileiros no exterior entram na conta como amortecedores parciais em cenário base.
Não há consenso: três bancos públicos divergem entre si nas projeções publicadas no mesmo fim de semana. Documentamos as faixas sem eleger favorito.
Próxima revisão deste texto após reunião do Fed e dados de balança comercial brasileira.
O Brasil não cabe em um único número. Quem projeta cenário precisa olhar região, setor e timing.
O que observar nos próximos meses
Indicadores de curto prazo podem oscilar. O importante é distinguir revisão de rota de correção pontual. Nossa redação seguirá acompanhando releases oficiais e falas de autoridades.
Para acompanhar
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